Como a maternidade despertou minha criatividade: histórias reais de adaptação e amor



Oii, tá tudo certo desse lado aí?

Esses primeiros posts são como facetas minhas, para contextualizar um monte de conteúdo legal que está por vir. Cada texto escrito aqui vai encaixar uma pecinha da minha história — foi algo que eu pensei (sem o ChatGPT, haha) e que entendo ser o mais adequado para o que eu quero construir aqui nesse espaço, sabe?

Em 2013, quando soube da minha gravidez, tudo virou um breu — inclusive, eu tenho um blog antigo dessa época em que escrevi com detalhes como foi esse choque de realidade. O tempo passa e a gente aprende que existem diversas formas de lidar com as adversidades do dia a dia. Eu, por exemplo, sou uma pessoa que se expressa muito através do choro, haha. Eu choro por felicidade extrema, tristeza moderada, choro de rir, choro de raiva e etc. Apesar disso, eu seco as lágrimas e vou pra cima. A segunda forma que encontro de lidar com os desafios da vida é usando a minha criatividade.

Sempre fui uma criança considerada criativa e, ao longo da minha vida, percebi que isso, de fato, é um dom que carrego. Devo isso a horas e horas brincando de Lego na infância? Gosto de pensar que sim. Desde o minuto seguinte que a Duda nasceu, sinto que estou no modo “resolver coisas de forma criativa”. Houve momentos de surto? Sim. Mas veja: quando ela nasceu, meus recursos financeiros eram bem escassos (maneira bonita de dizer que eu era mais dura que pão velho), então tudo que dava pra resolver de forma criativa, eu tava dentro. Quando ela passou da fase do bercinho pra cama, as grades do berço se transformaram em um revisteiro — tentei por mais uma hora encontrar registros e não encontrei. 😓

Quando a Duda tinha por volta de 4 anos, nós duas nos mudamos para a casa dos meus pais. Um recomeço necessário em que, mais uma vez, eu precisei utilizar da minha criatividade para que ela não fosse impactada negativamente pelos caminhos da vida. Deu certo. E saber mudar as coisas (fisicamente) ajuda, viu? A gente dormiu no mesmo quarto por alguns anos e eu fiz uma pintura setorizada pra ela sentir que tinha o espaço dela. Disso eu tenho foto:


Simples, mas feito com muito amor. E ela ficou muito feliz com o espacinho dela, na época. E aí, corta pra 2023, quando eu pude pintar um quarto INTEIRO de rosa pra ela, quando nos mudamos pra casa onde moramos hoje:


Delícia, né? Acho que a maternidade faz com que todas nós sejamos um pouco mais criativas do que o normal. Afinal, quem nunca se virou nos 30 pra arranjar uma cartolina ou alguma coisa assim pra esses seres de luz levarem pra escola no outro dia, não? Hahahaha.

Não parou por aí, a mudança pra uma casa nova foi o marco de uma nova fase da nossa vida, eu e Renato (meu marido e, na época, namorado) resolvemos morar juntos. Com essa junção, a Dudinha ganhou uma irmã do coração, a Laura. E a gente foi fazendo intervenções neste quarto pra que as duas sentisse um espaço em comum pra compartilhar. Recentemente, uma mudança bem legal: Adesivei e fiz um lettering na porta delas:



E assim seguimos e seguiremos: fazendo sempre o melhor e usando a criatividade pra se adaptar positivamente na vida. A decoração, foi sempre uma forma que encontrei de expressar pra Duda onde era o lar dela, independente das mudanças de CEP. E continuaremos mudando e decorando sempre. 

bjssssss



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